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ALZHEIMER

A doença foi descrita pela primeira vez em 1906, sendo considerada basicamente como a forma mais simples de demência, os estudos foram autoria do psiquiatra e neuropatologista alemão Alois Alzheimer. O número de portadores da doença tem crescido e uma previsão indica que atingirá uma pessoa a cada 85, em 2050.

Conforme a idade avança, as chances de ter Alzheimer aumentam. Ela afeta 1% dos idosos entre 60 anos e 70 anos, subindo para 6% após os 70 anos, 30% depois dos 80 anos e nada menos do que 60% após os 90 anos. Os primeiros sintomas muitas vezes são confundidos com outras características da idade avançada.

Após o surgimento dos primeiros Alzheimer sintomas é necessário o diagnóstico para confirmar a doença, feito através de testes de raciocínio. A medida que a doença evolui os sintomas ficam mais graves e intensos. Em média, os portadores de Alzheimer vivem sete anos após o seu descobrimento e apenas 3% dos portadores superam os 14 anos.

O que é Alzheimer?

A Alzheimer fases é uma doença neuro-degenerativa, que normalmente aparece em pessoas mais velhas, afetando a capacidade intelectual. Entre os primeiros sintomas está a perda de memória recente, muitas vezes lembrando com detalhes de acontecimentos antigos, mas esquecendo o que fez minutos antes. Atinge 6% das pessoas com mais de 70 anos.

Alzheimer

Conforme a doença avança, causa graves problemas para a vida do portador, que não consegue mais viver sozinho. Aprendizado, atenção, orientação, compreensão e linguagem são atingidos. A pessoa passa a ser dependente de outros, e não consegue realizar atividades básicas do dia a dia, até mesmo a higiene pessoal fica comprometida.

Quais os sintomas?

AlzheimerO Alzheimer diagnostico apresenta uma série de sintomas, embora a doença se apresente de formas variadas conforme a pessoa. O sintoma mais comum, atingindo praticamente todos os portadores é a perda de memória, mas que em muitos casos é confundida com uma característica da idade avançada. Com o avanço do Alzheimer, a pessoa pode apresentar irritabilidade e agressividade.

A doença pode levar anos para ser percebida claramente, a evolução do Alzheimer pode ser dividida em quatro fases. Ainda entre os sintomas destacam-se alterações de humor, falhas de linguagem, perda de memórias antigas e o mais grave deles, quando o portador já não sabe mais quem é.

Qual a causa da Alzheimer?

AlzheimerEmbora a ciência tenha evoluído bastante nos últimos 110 anos, ainda não foram definidas todas as causas Alzheimer. A genética é o fator que mais contribui para o surgimento da doença, chamada de transmissão autossômica, atribuída a mutação de genes. O número de familiares de portadores que também podem adquirir a doença varia de 49% até 79%.

A hipótese mais antiga para o surgimento do Alzheimer indica que a doença é provocada pela insuficiência na síntese do neurotransmissor acetilcolina. Essa possibilidade não tem grande apoio dos especialistas, pois, os medicamentos para tratar acetilcolina não fazem o efeito esperado, podendo inclusive gerar inflamação.

Algumas pesquisas indicaram que as condições ambientais também influenciam no aparecimento do Alzheimer. A
ingestão de metais, principalmente do alumínio, contribui para o surgimento da doença. Por outro lado, outros levantamentos afirmam não ter relação alguma o ambiente e o Alzheimer. Ainda nessa hipótese, ingerir cobre pode contribuir para o surgimento do problema.

Existe tratamento para Alzheimer?

AlzheimerO Sistema Único de Saúde (SUS) oferece os principais medicamentos para o Alzheimer tratamento, entre eles estão a rivastigmina, a galantamina e o donepezil. Infelizmente os remédios atuais ainda não conseguem impedir o avanço da doença, que não possui cura. Eles ajudam durante o estágio inicial, diminuindo a incidência de alguns sintomas.

Os três medicamentos atuam com o objetivo de melhorar os problemas de memória. Fazem algum efeito até a fase intermediária, mas perdem a utilidade conforme a doença avança. Possuem efeitos colaterais, o que pode complicar a utilização. Denominadas anticolinesterásicos, seus benefícios não aparecem em todos os usuários. A memantina é outro medicamento utilizado contra o anticolinesterásicos, indicado para estágios avançados da doença.

Quais os medicamentos?

AlzheimerEmbora o tratamento Alzheimer com medicamentos não seja totalmente eficaz, ele dá um alento para a família do paciente e pode aumentar a longevidade da pessoa. Apenas os médicos conseguem informar o tempo ideal, a dosagem e o remédio indicado para cada paciente. Seguindo as orientações, a possibilidade de êxito é maior, embora continue baixa.

Também é importante consumir o medicamento regularmente, não pausando sem procurar um especialista. Seguir as instruções da bula é outra forma de preservar a já frágil saúde do paciente. Outra questão importante é seguir os horários indicados, já que existem medicamentos para a manhã, tarde e noite.

Como prevenir a Alzheimer?

AlzheimerComo já citado, pouco se sabe sobre as mal de Alzheimer causas, mas o tabagismo aumenta consideravelmente a sua incidência. O sistema imune inato, que nasce com a pessoa, também é um fator de risco para a doença, normalmente se manifestando tardiamente. Viver em grandes cidades, onde o ar é poluído também pode colaborar para o avanço do problema.

Algumas ações colaboram para prevenir a doença. Manter o cérebro exercitado, participando diariamente de jogos de estratégia ajudam contra o problema. Não importa a idade, praticar atividades físicas é fundamental, podendo diminuir em 50% a chance de ter a doença. A alimentação também não pode ser esquecida, com destaque para alimentos naturais. Outro fator importante é ter boas noites de sono, isso desde novo.

Convivência com um portador

Conforme o tempo vai passando e a doença evoluindo, a pessoa vai perdendo as suas características sociais. Uma das vítimas famosas do Alzheimer wikipedia foi o ex-presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, morto em 2004, ele conviveu com a doença por uma década. Já nos estágios finais a pessoa pode nem se lembrar de quem foi.

A família deve estar preparada para apoiar o paciente. Existe a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), composta por familiares, terapeutas e médicos, que procuram auxiliar e confortar as pessoas nessa situação. Mesmo que a pessoa esteja em um estado terminal, é importante ter carinho e compaixão.

O Alzheimer pdf é uma das tantas doenças que ainda não possui cura. O convívio com um paciente é delicado, devido as lembranças juntos. O importante é ter paciência e tentar ampliar a vida da pessoa, focando nos estágios iniciais da doença.

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